Fundado em 1947 e idealizado por Assis Chateaubriand e Pietro Maria Bardi, o museu é caracterizado por conter obras de grande valor histórico e econômico. Seu acervo é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN – e possui atualmente cerca de 8.000 peças, dentre as quais se destacam as pinturas ocidentais, principalmente italianas e francesas, como Rafael, Botticceli – da escola italiana – e Delacroix, Renoir, Monet, Cèzanne, Picasso, Modigliani, Toulouse-Lautrec, Van Gogh, Matisse e Chagall – da chamada Escola de Paris. O passeio já era interessante por si só, mas seu conteúdo foi potencializado pelo fato de estar matriculada em uma disciplina que estava falando justamente de movimentos artísticos modernos que convergiam para a Escola de Paris.
Em meio a tantas obras clássicas, fiquei me perguntando se havia espaço em algum lugar para a arte digital ou se haveria qualquer símbolo que remetesse à mesma. E, touché, havia. Na Galeria Clemente de Faria dentro do MASP – o único local dentro do museu onde era permitido tirar fotos – diversos murais coloridos e obras compunham o espaço.
Depois de tanto andar e olhar, reparei em algumas obras que continham o seguinte:
Como eu havia suspeitado, o Quick Response code é um código de barras em 2D que pode ser escaneado usando qualquer celular moderno. Esse código vai ser convertido em um pedaço de texto e/ou um link que o celular os identifica.
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